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Alergia a frutos do mar

Alergia a Frutos do Mar – Como isso acontece?

Frutos do mar são uma delícia, não é? Camarão, siri, lagosta… Abre o apetite só de pensar. Contudo, existe uma parcela da população que só de ler esses nomes passa mal, pois são pessoas que possuem alergia a frutos do mar. Esses alimentos podem ser a origem de muitas reações inflamatórias. Por isso, preparamos um artigo explicando melhor essa condição e separando algumas dicas para você precaver.

Antes de mais anda, se precisar de socorro de ambulância particular, entre em contato!

Sintomas da alergia a frutos do mar

A alergia nada mais é do que uma resposta do nosso sistema imune ao contato com substâncias que o corpo enxerga como inimigas. Em todos os casos, inclusive na alergia a frutos do mar, elas variam bastante de acordo com o organismo da pessoa. Sendo assim, os sintomas são difusos e podem se manifestar de forma divergente nas pessoas. No geral, os principais indícios são:

  • Tosse, espirros, rouquidão, dispneia e broncoespasmos;
  • Erupções, vermelhidão e inchaço na pele;
  • Diarreia, cólica, vômitos e prurido na boca e na faringe;
  • Desmaios, hipotensão e choque anafilático.

Esses sintomas geralmente são globais e costumam aparecer imediatamente após a ingestão do alimento. Contudo, já foram analisados casos de reação até oito horas depois do consumo – uma situação bem rara.

De qualquer forma, caso sinta algum desses sintomas, é fundamental ligar para o SAMU e solicitar o atendimento pré-hospitalar.

Como surge a alergia a frutos do mar

Para explicar isso, precisamos separar os frutos do mar entre moluscos e crustáceos. Na primeira categoria, temos mexilhões, lulas, polvos, ostras e outros invertebrados de corpo mole. Já na segunda, temos camarões, caranguejos, lagostas e outros animais de corpo segmentado e com uma casca conhecida como exoesqueleto. Essa diferenciação é essencial para entender exatamente onde está a causa do problema, já que ambos têm substâncias alergênicas e algumas são diferentes entre eles.

Entretanto, a principal substância que causa hipersensibilidade está nos dois: a tropomiosina, uma proteína presente nos músculos de criaturas marinhas que não some no cozimento. Além disso, ela pode, inclusive, ser liberada no ambiente junto com o vapor, representando um perigo antes mesmo de ser consumida.

Como identificar a alergia

Bom, isso é um tanto quanto relativo. Por exemplo, é perfeitamente possível ter alergia somente a moluscos; ou só a crustáceos; ambos ou até mesmo a um único animal. Além disso, nem sempre as reações se manifestam de forma acentuada – o que complica ainda mais o diagnóstico médico.

Portanto, é essencial que você procure um alergista enquanto está tudo bem. O médico realizará uma bateria de testes para identificar possíveis alergias, sendo que o principal será um teste cutâneo.

Nele, a sua pele será colocada em contato com diferentes componentes alergênicos desses alimentos em distintos pontos. Após, será analisado se o organismo reage para se defender (o que configura um resultado positivo). Contudo, não se preocupe: o procedimento é prático e seguro.

O que achou do nosso artigo sobre alergias a fruto do mar? Compartilhe porque essa informação é muito valiosa! Lembre-se que essa é uma ótima forma de estar preparado para complicações e cuidar de quem você ama.

Nos encontramos no próximo artigo!

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