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Saiba tudo sobre a Portaria 2048

Portaria 2048: saiba tudo sobre a regulamentação do atendimento emergencial

Quando falamos em atendimento emergencial ou em atendimento pré-hospitalar, precisamos ter muito cuidado. Afinal, trata-se de um serviço diretamente relacionado à prestação de socorro de pessoas com problemas de saúde. Por isso, se você tem alguma dúvida sobre o assunto, esse artigo é essencial: vamos explicar melhor o que diz a portaria 2048, criada justamente para determinar ações para esse tipo de situação emergencial. Saiba tudo agora!

O que diz a Portaria 2048?

Basicamente, a Portaria 2048 de 2002 fala sobre o atendimento pré-hospitalar (APH) que nada mais é do que o atendimento emergencial em ambiente extra-hospitalar, como por exemplo a remoção de pacientes. De acordo com a legislação, há dois tipos de APH: o Fixo e o Móvel.

Atendimento Pré-Hospitalar Fixo

O atendimento pré-hospitalar fixo é uma assistência prestada num primeiro nível de atenção aos pacientes com quadros agudos e de natureza clínica, traumática ou psiquiátrica que podem levar a sofrimento, sequelas ou até mesmo morte. A Portaria 2048 separa esse atendimento em duas frentes de atuação:

1°. Unidade de urgências e emergências e a atenção primária à saúde e o programa de saúde da família.

2°. Unidades não-hospitalares de atendimento às urgências e emergências.

Saiba mais em: Diretrizes sobre Atendimento Pré-Hospitalar Fixo.

Atendimento Pré-Hospitalar Móvel

Assim como o anterior, o atendimento pré-hospitalar móvel também possui dois tipos:

1º Atendimento Pré-Hospitalar Primário: quando o pedido de socorro parte do cidadão.

2º Atendimento Pré-Hospitalar Móvel: quando a solicitação é feita por meio de um serviço de saúde, no qual o paciente já recebeu um primeiro atendimento necessário para a estabilização do seu quadro, mas ainda precise ser levado a outro serviço de maior complexidade para completar o seu tratamento.

Dez Emergências: garantia de um atendimento pré-hospitalar de qualidade

Nesse momento, é fundamental encontrar a empresa certa para te ajudar a preservar a saúde do seu ente querido. Aqui na Dez Emergências trabalhamos com atendimento pré-hospitalar, disponibilizando veículos e uma equipe médica bem treinada e preparada para oferecer o melhor atendimento ao paciente.

Enquanto o sistema de saúde está sobrecarregado, essa é uma das alternativas inteligentes para garantir que o seu ente querido receba o devido tratamento para os seus problemas de saúde.

Para saber mais sobre, entre em contato e converse com os nossos atendentes. Estamos há mais de 15 anos cuidando da saúde de nossa população!

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O que significa RCP?

O que significa RCP? Saiba tudo sobre a Reanimação Cardiopulmonar

No cotidiano, infelizmente, é comum encararmos situações em que técnicas de primeiros socorros sejam necessárias. Ou seja, até a ajuda especializada chegar, é preciso minimizar os impactos do problema que a vítima esteja sentindo. Pensando nisso, preparamos um artigo falando sobre uma das mais importantes: a Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Então, continue a leitura e você vai entender o que significa RCP.

Se quiser saber mais sobre o assunto, também é bacana dar uma olhada em nossa página de curso de suporte básico.

O que significa RCP?

Como vimos acima, a sigla RCP refere-se a reanimação cardiopulmonar que são, basicamente, uma sequência de ações para lidar com uma parada cardíaca. Esse tipo de acidente ocorre quando o coração para de bombear sangue e oxigênio para os outros órgãos, ou seja, é um problema seríssimo e que pode levar a pessoa à óbito.

Entretanto, dependendo do caso e da agilidade dos primeiros socorros, há chances de reanimação após a parada cardíaca. Logo, quanto mais rápido o atendimento, maior será o seu êxito.

Dessa forma, a RCP nada mais é do que manobras que visam manter a circulação sanguínea do coração e outros órgãos vitais, sendo fundamental para assegurar sobrevida até que ocorra o atendimento da assistência médica emergencial.

Como realizar a RCP?

Vamos às instruções técnicas agora? Para auxiliar no atendimento de uma vítima de parada cardiorrespiratória, primeiro você deve deitá-la de barriga para cima em uma superfície firme. Na sequência, cheque se as vias aéreas estão desobstruídas aplicado duas insuflações de ar via boca-a-boca.

Continuando o atendimento, coloque as duas mãos sobre o centro torácico do paciente, deixando os seus braços esticados e dedos cruzados. Em seguida, comprima o tórax da pessoa com o peso do seu corpo, sempre de maneira rápida e profunda. A indicação é de 80 a 100 compressões por minutos.
Além disso, destacamos: o procedimento não pode ser interrompido, nem mesmo durante o eventual transporte do paciente.

Outro detalhe que merece atenção é a RCP para crianças e adolescentes. No primeiro caso, elas devem ser feitas com as pontas dos dedos, já no segundo, com somente uma mão.

Quais são as causas de uma parada cardíaca?

Antes de finalizar o conteúdo, entenda melhor o que causa uma parada cardíaca. Esse tipo de acidente pode ser causado por muitos fatores, como asfixia, intoxicações, traumatismos, eletrocussão, afogamento, estado de choque, sufocamento e diversas doenças, principalmente as cardíacas e pulmonares.

O que acontece com a pessoa que sofre a parada?

A primeira consequência da parada é a perda da consciência por parte da vítima. Além disso, ocorre a ausência de movimentos de respiração, perda do pulso, pupilas dilatadas e sem reação à luz, pelo, lóbulo da orelha, língua e base das unhas ficam roxas. A partir destes sinais, a reanimação cardiopulmonar deve ser executada.

Não esqueça de dar uma olhada na página de curso de suporte básico.

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Emergências Médicas frota da Dez Emergências

Emergências Médicas: conte com a nossa frota de ambulância particular

Você conhece o nosso serviço de Emergências Médicas? Pensando em oferecer o melhor atendimento, disponibilizamos ambulância particular para urgências e emergências residenciais. Além disso, nós disponibilizamos também a remoção entre hospitais, pronto-socorros e hospitais/pronto-socorros, por meio de ambulâncias UTI ou simples, de acordo com a gravidade da situação. Nesse artigo, vamos te explicar melhor como funciona esse serviço.

Qual a diferença entre urgências e emergências médicas?

Embora muitas pessoas pensem que urgências e emergências médicas sejam sinônimos, não é bem assim. As duas situações exigem um atendimento médico ágil, contudo, elas apresentam algumas diferenças. A emergência médica é definida por situações críticas e que representam um perigo iminente ao paciente. Normalmente, ela surge subitamente e demanda um atendimento imediato – é justamente por isso que muitas ambulâncias particulares levam o nome “emergência”.

Alguns exemplos são: paradas cardiovasculares ou respiratórias e hemorragias volumosas.

A urgência médica também deve ser resolvida rapidamente, uma vez que pode resultar na morte da vítima. Entretanto, ela tem um caráter menos imediatista que as emergências médicas. Para ilustrar, podemos citar como exemplo: fraturas, cortes e queimaduras, dependendo da gravidade.

Como proceder nesses casos

Os dois quadros, mesmo apresentando diferenças, precisam de atendimento médico o quanto antes. Dessa forma, é fundamental entrar em contato e solicitar uma ambulância particular e o serviço especializado. Assim, é possível que o médico oriente a melhor forma de controlar a situação até chegar ao hospital, de maneira rápida e segura.

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Atendimento pré-hospitalar domiciliar COVID-19

Atendimento Pré-Hospitalar Domiciliar: uma forma de combater o Coronavírus

A pandemia de Coronavírus (COVID-19) está impactando a rotina do mundo inteiro: empresas estão fechando, pessoas permanecem em casa, as coisas estão parando aos poucos. Além disso, o sistema de saúde, especialmente aqui no Brasil, enfrenta dias complicados com a alta demanda e a preocupação em controlar a sangria provocada pelo vírus.

Quando falamos em COVID-19, é de conhecimento geral que a faixa etária mais propensa a contrair a doença é a da terceira idade. Diante disso, um questionamento é inevitável: os idosos, naturalmente, já apresentam uma saúde mais delicada. E quando eles precisarem de algum cuidado médico, o que vão fazer? Seja em casas de repouso ou na própria residência, como podemos cuidar desse público? Com o atendimento pré-hospitalar domiciliar!

Nesse artigo, você vai entender como o APH em casa é uma excelente alternativa para se prevenir do Coronavírus.

Por que o atendimento pré-hospitalar domiciliar é tão importante?

O cenário da saúde brasileira é preocupante. Afinal, o período de pico do Coronavírus é previsto para este mês de abril e começo de maio. Contudo, mesmo com essa gravidade, não podemos esquecer da população mais idosa que, diariamente, precisa de cuidados médicos para preservar a sua qualidade de vida.

É justamente por conta desse público que o atendimento pré-hospitalar em casa é tão importante. Caso não conheça muito bem esse serviço, saiba que o APH reúne ações médicas de emergência que são realizadas por uma equipe fora do hospital. Esse tipo de medida é voltado principalmente para urgências, mas também pode ser acionado para questões mais simples, para assim, evitar que a pessoa dirija-se até o hospital.

Atendimento Pré-Hospitalar em Casas de Repouso

Sem dúvidas, as casas de repouso são um dos negócios mais afetados durante a pandemia de COVID-19, uma vez que os seus moradores compõem praticamente 100% da faixa etária de risco do Coronavírus. Dessa forma, para manter todos os idosos em segurança, é fundamental contar com um apoio especializado; isso porque, se qualquer membro da equipe interna da casa apresentar sintomas de gripe, ele será prontamente afastado das atividades. Ou seja, o time de atendimento aos moradores fica desfalcado. E, durante um período tão turbulento, perder um colaborador faz muita diferença.

Dez Emergências: garantia de um APH domiciliar de qualidade

Nesse momento, é fundamental encontrar a empresa certa para te ajudar a preservar a saúde do seu ente querido. Aqui na Dez Emergências trabalhamos com atendimento pré-hospitalar domiciliar, disponibilizando veículos e uma equipe médica bem treinada e preparada para oferecer o melhor atendimento ao paciente.

Enquanto o sistema de saúde está sobrecarregado, essa é uma das alternativas inteligentes para garantir que ninguém seja contaminado e receba o devido tratamento para os seus problemas de saúde.

Para saber mais sobre, entre em contato e converse com os nossos atendentes. Estamos há mais de 15 anos cuidando da saúde de nossa população! Além disso, por pensarmos sempre no bem-estar dos pacientes, é importante destacar que o nosso serviço de atendimento pré-hospitalar domiciliar está e continuará disponível mesmo após o fim da pandemia de COVID-19.

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Coronavírus: saiba mais sobre a doença

Coronavírus: tudo o que você precisa saber sobre a doença

A pandemia do Coronavírus está acometendo o mundo inteiro desde o final do ano passado. No Brasil, a doença começou a ganhar força nas primeiras semanas de março – impactando diretamente no dia a dia de toda a população. Diante dessa assustadora realidade, as pessoas tiveram que se acostumar a uma complicada realidade: o isolamento social. Em São Paulo, mais precisamente, empresas liberaram seus colaboradores para home office, escolas fecharam, shoppings e academias vão fechar também.

Dessa forma, é essencial que todo mundo faça a sua parte para que resolvamos a situação o quanto antes. Pensando nisso, preparamos um artigo explicando melhor sobre o que é o Coronavírus (COVID-19) e como você pode se proteger do vírus.

O que é o Coronavírus?

Os Coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960 e que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, essas infecções causam doenças respiratórias leves e moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Porém, alguns coronavírus podem causar doenças graves que trazem impactos profundos na saúde pública, como já verificado com a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002 e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

Quais os sintomas do coronavírus?

Os sinais e sintomas clínicos são principalmente respiratórios, semelhantes aos de um resfriado comum. Podem também causar infecção no trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os principais sintomas são:

  • Febre;
  • Tosse seca;
  • Coriza;
  • Dificuldade para respirar.

O que é o “período de incubação”?

O “período de incubação” consiste no intervalo entre a data de contato com o vírus até o início dos sintomas. No caso do COVID-19, já se sabe que o vírus pode ficar incubado por até duas semanas (14 dias)), quando os sintomas aparecem desde a infecção.

Como ocorre a transmissão do Coronavírus?

As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento. Neste momento, está estabelecida transmissão por contato com secreções. A transmissão também pode ocorrer de forma continuada, ou seja, um infectado pelo vírus pode passá-lo para alguém que ainda não foi infectado.

A transmissão costuma ocorrer pelo ar ou por contato com secreções contaminados, como:

  • Gotículas de saliva;
  • Espirro;
  • Tosse;
  • Catarro;
  • Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão com pessoa infectada;
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguindo de contato com a boca, nariz ou olhos.

Alguns vírus são altamente contagioso, como o sarampo, que é transmitido por aerossóis (partículas no ar), com proporção de transmissão de uma para até 18 pessoas, em média. O conhecimento já registrado sobre os coronavírus indica que eles apresentam transmissão para até três pessoas.

Como se prevenir contra o COVID-19?

As principais orientações para lidar com o COVID-19 são:

  • Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar com o antebraço;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;
  • Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;
  • Deslocamentos/viagens não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;
  • Quem viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), além de evitar a circulação em mercados de animais e seus produtos.

Como é a prevenção contra o coronavírus para os profissionais da saúde?

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de proteção padrão para contato e gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Para a realização de procedimentos que geram aerossolização de secreção respiratória como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizada máscara de precaução por aerossóis tipo N95.

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Engasgo de bebês e crianças, como proceder?

Engasgo de bebês e crianças: veja como proceder

Após a consolidação da Lei N° 13.722, popularmente conhecida como Lei Lucas, tornou-se obrigatório que escolas (públicas e privadas) treinem os professores e funcionários em técnicas de primeiro socorros. O principal fator responsável pela criação desta lei foi o acidente envolvendo o aluno Lucas, que faleceu engasgado durante um passeio escolar. Portanto, para evitar tragédias como essa, é essencial que os colaboradores de qualquer escolinha saibam como lidar com o engasgo de bebês e crianças.

O que causa o engasgo no bebê e na criança e os seus sinais

O engasgo é caracterizado pela obstrução da via respiratória por meio do bloqueio da laringe de uma pessoa por um corpo estranho. As principais causas em bebês são diferentes tipos de líquidos ingeridos; nas crianças maiores, esse agente causador varia mais, podendo ser líquidos e objetos sólidos – como alimentos, objetos pequenos, peças de brinquedos, etc).

Sendo assim, quando esse tipo de problema ocorre, os primeiros sinais são:

  • Complicação para respirar;
  • Tosse;
  • Dificuldade para falar;
  • Respiração ruidosa;
  • Chiado.

Como socorrer bebês e crianças engasgadas

O protocolo de atendimento varia de acordo com a vítima, mas a primeira orientação é ligar para emergência. Veja abaixo as orientações específicas.

Quando o bebê está consciente…

Se o bebê estiver consciente, posicione-o de barriga para baixo no seu braço, com a cabeça mais baixa que o corpo. Na sequência, dê cinco tapotagens em suas costas, entre as escápulas, vire a criança e abra a boca dela para verificar se há algum objeto estranho. Caso tenha, remova-o. Se não, repita as ações.

Quando o bebê está inconsciente…

Esse caso é um pouco mais sério. Dessa forma, se o bebê estiver desmaiado, coloque-o de barriga para cima em uma superfície dura. Abra a sua boca e procure se há algum objeto estranho, se tiver, retire-o imediatamente. Depois, fique ao lado da vítima e faça 15 compressões com os dois dedos no esterno. Após, respire, feche o nariz da criança e solte ar na boca dela de uma forma que não escape. Repita esse procedimento por dois minutos em uma frequência de 100 ciclos por minuto.

Continue até o corpo de bombeiros chegar no local.

Socorrendo uma criança ou adulto consciente

Os primeiros socorros em crianças são diferentes. Sendo assim, no começo, você deve abrir a boca dela e procurar por algum objeto e removê-lo. Se não tiver nenhum, efetue de 4 a 5 tapotagens nas costas. Caso a pessoa continue engasgada, agarre-a por trás e com os punhos cerrados no estômago realize 5 compressões abdominais – se a vítima estiver gestante ou for obesa, realize a compressão no esterno (osso localizado no peito).

Engasgo em crianças ou adultos inconscientes…

O começo é o mesmo: veja se há algum objeto preso e remova-o. Se não tiver, fique ao lado da vítima e faça 30 compressões com os punhos cerrados no esterno. Depois respire, feche o nariz da pessoa e solte ar na boca dela. Assim como no caso de bebês inconscientes, repita esse ciclo por dois minutos em uma frequência de 100 ciclos por minuto.

Essas técnicas de primeiro socorros são muito importantes, por isso, devemos nos conscientizar e capacitar todos os colaboradores para que consigam prestar um atendimento pré-hospitalar.

O que achou do nosso artigo sobre técnicas para lidar com engasgo de bebês e crianças? Compartilhe porque essa informação é muito valiosa! Se você trabalha em uma escola, deve estar ainda mais atento por conta da Lei Lucas.

Nos encontramos no próximo artigo!

Conheça primeiros socorros para cortes

Primeiros socorros para cortes: como proceder?

Cortes, superficiais ou profundos, são acidentes que podem acontecer com mais frequência do que gostaríamos. Uma tarefa doméstica simples, como lavar a louça, pode resultar em uma ferida nas mãos, por exemplo. Portanto, é fundamental entendermos como realizar primeiros socorros para cortes. Então, confira as instruções que nosso time separou para você se preparar!

Passo a passo para primeiros socorros de cortes

Assim como todo tipo de acidente e ferimento, é essencial seguir algumas etapas no atendimento. Primeiros socorros para cortes superficiais são bem diferentes das técnicas usadas em ferimentos mais profundos. Entenda melhor abaixo a importância deste atendimento pré-hospitalar.

Primeiros socorros para cortes superficiais

  1. Em cortes superficiais, o primeiro passo é identificar se a ferida não é grave mesmo. Na sequência, deve-se lavar as mãos com água e sabão;
  2. Logo após, indicamos que lave a ferida com muito cuidado com água e sabão, certificando-se que o local fique limpo e livre de partículas que podem causar infecção;
  3. É fundamental também aplicar um antisséptico e seque o local em volta da ferida.
  4. Dependendo do nível da lesão, coloque uma gaze ou um pano limpo para cobrir a ferida. Em hipótese alguma utilize algodão, uma vez que as fibras podem grudar no machucado, provocando novo sangramento ao ser removido;
  5. Preserve o corte limpo e seco para facilitar a cicatrização.

Primeiros socorros para cortes profundos

  1. Nos casos de cortes profundos, é preciso ainda mais atenção. Primeiro, mantenha a calma e tente controlar a hemorragia imediatamente;
  2. Para isso, pressione o ferimento com uma gaze ou pano limpo. Se não for tão profundo, ele deve parar em alguns minutos. Na sequência, lave a ferida com água e sabão;
  3. Se a água não for suficiente para remover a sujeira do corte, use uma gaze (nova) para remover as partículas que ficaram coladas no machucado;
  4. Tome cuidado se tiver um pedaço de objeto cravado no corte, já que ao retirá-lo, você pode provocar uma hemorragia maior;
  5. Caso o sangramento esteja intenso, uma boa dica é elevar o membro para diminuir o fluxo de sangue;
  6. Depois que realizar a compressa de gaze para conter o sangramento, o médico deve ser consultado para avaliar o ferimento e realizar uma sutura;
  7. Por fim, após a sutura, os curativos devem ser feitos para que a cicatrização ocorra sem complicações.

Cortes na cabeça: um cuidado especial

Os cortes na cabeça merecem uma atenção especial, já que tendem a ser ainda mais complicados. Essas feridas, na maioria dos casos, resultam em sangramento abundante devido ao grande número de vasos sanguíneos concentrados nessa região do corpo. Como citado acima, se a ferida for superficial, água e sabão devem resolver o problema. Caso seja mais profunda, alguns pontos podem ser necessários para tratar o machucado.

Ainda é possível que a pancada que provocou o corte tenha causado sangramento em algum vaso situado no interior do cérebro, ou até mesmo nas membranas que o envolvem, como as meninges. Nesse tipo de situação, o diagnóstico deve ser imediato, já que esse sangue extravasado por comprimir estruturas cerebrais vitais para a sobrevivência do paciente.

Se o hospital em que a pessoa for atendida não possuir aparelho de tomografia computadorizada para agilizar o diagnóstico, é essencial que a vítima fique sob vigilância nas primeiras 24 horas depois do acidente. Além disso, ela deve permanecer acordada, especialmente se for uma criança. Se ela apresentar forte dor de cabeça, desequilíbrio ao andar, visão turva, vômitos, pupilas de tamanhos diferentes, sonolência, confusão mental, desmaio, sangramentos pelo nariz ou ouvidos precisa ser direcionada para assistência médica imediatamente. Afinal, esses sintomas referem-se a complicações neurológicas.

Dicas gerais para ferimentos causados por cortes

Por fim, separamos dicas extras que tratam sobre primeiros socorros para cortes:

  • Não use álcool, pomadas ou outros produtos sobre o ferimento. Como dissemos, aplique apenas água e sabão;
  • Nunca assopre o ferimento, pois há chance de contaminar o local;
  • Se algum sinal de infecção se manifestar, procure imediatamente ajuda médica.

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Primeiros socorros para diabéticos

Primeiros socorros para diabéticos: como fazer o atendimento pré-hospitalar

A Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não emprega corretamente a que produz. Se você não sabe para que serve esse hormônio, ele é responsável por controlar a quantidade de glicose no sangue. Dessa forma, o nosso corpo precisa dele para utilizar a glicose que obtemos no consumo de alimentos como fonte de energia. Quando uma pessoa apresenta quadro de diabetes, o organismo não fabrica a insulina e o uso da glicose é desregulado. Nesse caso, há duas principais consequências: hiperglicemia, quando o nível de glicose no sangue fica alto; e a hipoglicemia, quando o nível fica abaixo (saiba mais: diferença das diabetes 1 e 2). Por isso, o primeiro passo do atendimento pré-hospitalar é justamente identificar o tipo de crise diabética. Pensando na gravidade desta situação, preparamos um artigo com primeiros socorros para diabéticos. Confira!

Primeiros socorros para diabéticos – Hiperglicemia

Como destacamos, você deve checar qual o tipo de crise diabética a pessoa apresenta. Quando alguém sofre com hiperglicemia, é preciso usar o aparelho de medição e checar se o valor está acima de 180 mg/dL em jejum ou acima de 250 mg/dL, ou se a vítima demonstre confusão, sede ou hálito de maçã. Se ela apresente esses sintomas, siga este passo a passo para primeiros socorros para diabéticos:

  1. A primeira orientação é buscar por uma seringa de insulina que a vítima possa ter para emergências;
  2. Na sequência, injete a seringa na região ao redor do umbigo ou na parte superior do braço, apertando a região com os dedos e mantendo-a pressionada até o final da injeção;
  3. Caso passe uma hora e o valor do açúcar continuar o mesmo, chame ajuda médica imediatamente;
  4. Se a vítima estiver inconsciente, coloque-a na posição lateral de segurança e espere o atendimento médico.

E quando for um caso de hipoglicemia?

Por outro lado, quando o nível de glicose está baixo no sangue (hipoglicemia), o aparelho terá um valor inferior a 70 mg/dL ou a vítima apresentará os seguintes sintomas: tremores, pele fria ou desmaio. Para isso, siga os seguintes primeiros socorros para diabéticos:

  1. Dê algo doce para pessoa comer, como 1 colher de sopa cheia ou 2 sachês de açúcar com um pão;
  2. Se o açúcar não aumentar no sangue ou os sintomas não apresentem melhorias em 30 minutos, ofereça açúcar novamente à vítima (caso ela esteja acordada);
  3. No entanto, se passar mais 30 minutos e o nível ser mantido, chame ajuda médica ou leve a pessoa para o hospital;
  4. Em último caso, se a pessoa estiver inconsciente, coloque-a na posição lateral de segurança, enquanto espera pela ajuda médica.

É válido destacar: quando o açúcar no sangue não sobe, é fundamental ajuda médica de emergência para que a vítima receba remédios pela veia.

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Nos vemos no próximo artigo!

Afogamento: técnicas de primeiros socorros

Primeiros Socorros para Afogamento: saiba como proceder em emergências

O verão, enfim, chegou! Com ele, muitos passeios em piscinas, praias, entre outros lugares ótimos para nos refrescar do calor intenso. Entretanto, mesmo durante esse momento de lazer, alguns acidentes podem acontecer na água. Por isso, é fundamental entender as técnicas de primeiros socorros para afogamento. Nesse artigo, nossos especialistas preparam uma explicação clara e objetiva para que você esteja preparado para realizar um atendimento pré-hospitalar. Confira!

O que acontece quando uma pessoa se afoga?

Para compreender como resolver a situação, devemos conhecer o seu impacto. Durante o afogamento, a função respiratória da pessoa é afetada por conta da entrada de água pelo nariz e boca, uma vez que a vítima não consegue sair da piscina ou mar. Portanto, se não houver o resgate rapidamente, uma complicação gravíssima é a obstrução das vias respiratórias e, consequentemente, o acúmulo de água nos pulmões.

Afogamento – técnicas de primeiros socorros

Felizmente, mesmo com a gravidade do problema, existem técnicas que podem ser aplicadas para garantir a segurança da vítima. O primeiro passo é checar se o local do afogamento não oferece riscos ao socorrista – especialmente no caso de mares e rios com bastante correnteza, ou em casos de enchentes e tumulto de pessoas. Caso o lugar não seja um risco à pessoa que assistirá a vítima, existem 7 procedimentos de primeiros socorros para afogamento que podem ser feitos:

1. Identificar o afogamento

Muitas vezes, durante a emergência, a pessoa não consegue gritar ou pedir ajuda. Por isso, o socorrista deve estar atento para verificar os sinais do acidente – como os braços estendidos e a resistência da vítima para não ficar debaixo da água.

2. Pedir ajuda

É importante também pedir auxílio de outra pessoa próxima ao local, para que ambas possam realizar o atendimento pré-hospitalar.

3. Ligar para ambulância dos bombeiros no 193

Além dos primeiros socorros, é fundamental chamar uma ambulância para garantir o atendimento completo à vítima. Se não for possível chamar pelos bombeiros, chame pelo SAMU no 192.

4. Dar um objeto flutuante para a vítima

Não pense duas vezes: disponha para a pessoa um objeto que flutue, como garrafas pets, pranchas de surf, materiais de isopor ou espumas.

5. Tente prestar o socorro sem entrar na água

Se a pessoa estiver a menos de 4 metros de distância, por exemplo, é possível estender um galho ou um cabo de vassoura. Todavia, se a distância for maior, você pode jogar uma boia com corda, mantendo-se firme na extremidade oposta. Uma dica importante: se a pessoa estiver bem próxima, não ofereça a mão para o socorro; e sim o pé. Isso porque, por nervosismo, ela pode acabar te puxando para dentro da água também.

6. Preservar a sua segurança

Essa é uma dica bem direta e simples: não entre na água se não souber nada. Caso não saiba e veja alguém se afogando, procure ajuda o mais rápido possível.

7. Avaliar a vítima ao retirá-la da água

Assim que remover a pessoa da água, verifique a sua respiração, observando os movimentos do tórax, escutando o som do ar saindo pelo nariz e sentindo o ar que sai também pelo nariz. Se ela estiver respirando, você deve posicioná-la na posição lateral de segurança até a chegada da ambulância particular ou do corpo de bombeiros.

Por outro lado, se a pessoa não estiver respirando, significa que ela ficou muito tempo submersa e pode estar com o quadro de hipoxemia – quando a pele fica roxa, ocorre perda de consciência e uma parada cardiorrespiratória. Caso isso ocorra, antes da equipe médica chegar, é fundamental iniciar o atendimento por meio da permeabilização das vias aéreas.

Gostou do nosso artigo sobre afogamento e primeiros socorros? Lembre-se que para diversão, sempre devemos nos preocupar com a segurança!

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Nos vemos no próximo artigo!

Conheça os principais tipos de ambulância

Conheça os principais tipos de ambulância

As ambulâncias são veículos extremamente importantes para o dia a dia das pessoas. Afinal, em casos de emergências, elas são acionadas para transportar os pacientes para o hospital e para o atendimento médico o mais rápido possível. Temos certeza que, em algum momento da sua vida, você viu uma ambulância particular na rua e pensou: quais são os tipos de ambulância disponíveis para a população?

Sim, essa é uma dúvida muito comum. No artigo de hoje, vamos responder isso para você!

Tipos de ambulância

Por definição, uma ambulância é um veículo usado para o transporte. Para respeitar questões de segurança, elas devem seguir às normas da ABNT – NBR 14561/12000.

E, respondendo a dúvida citada no começo do conteúdo: não, nem todas as ambulâncias são iguais. Aqui, estamos falando da ambulância particular e da pública também. Existem diferentes modelos e que são usados para distintas funções. Entenda cada um abaixo:

Ambulância tipo A

Esse tipo de ambulância, presente em nossa frota, é usada para o transporte de pacientes sem risco de vida, remoções simples e de caráter eletivo. Além disso, neste caso, a tripulação mínima é um motorista e um técnico de enfermagem.

Ambulância tipo B

Veículo indicado para suporte básico de vida, ou seja, transporte de pacientes com risco de vida, mas sem a necessidade de intervenção clínica no local. A tripulação mínima para ambulância tipo B é a mesma da anterior.

Ambulância tipo C

A ambulância tipo C é utilizada para resgate e atendimento de vítimas de acidentes, com equipamentos de socorros onde for necessário. Aqui, temos uma mudança na tripulação mínima, que é composta por um motorista e dois militares com capacitação para salvamento e suporte básico de vida.

Ambulância tipo D

Neste caso, temos uma destinada ao suporte avançado de vida, em outras palavras, para o atendimento e transporte de pacientes de alto risco de vida (tipo UTI). Dessa forma, a tripulação mínima é um motorista, um médico e um enfermeiro.

Aeronave de Transporte Médico

A aeronave de transporte médico é usada para transportar pacientes entre hospitais e atendimento de resgate. Sendo assim, devem estar presentes um piloto, um médico e um enfermeiro.

Embarcação de Transporte Médico

Por fim, temos a ambulância para transporte marítimo ou fluvial. A tripulação deve ser composta por um condutor, um médico/enfermeiro e um técnico/auxiliar.

Agora deu para perceber que nem todas as ambulâncias da nossa frota são iguais, certo? Se gostou do nosso artigo, não esqueça de curtir e compartilhar com seus amigos, mostrando a importância desses veículos. Mensalmente, trazemos novidades da área de saúde e ambulâncias particulares para você.

Nos vemos no próximo artigo!