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Outubro Rosa

Outubro Rosa: o mês para conscientização sobre o câncer de mama

O mês de outubro se tornou símbolo de um movimento mundial: a conscientização e prevenção do câncer de mama. Sim, estamos falando do Outubro Rosa! Para você ter noção da importância dessa atitude, esse tipo de câncer é um dos com maior incidência – juntamente com o de pulmão e colorretal. No Brasil, em 2019, foram estimados 59.700 casos novos.

Diante disso, o principal objetivo da campanha é reunir informações sobre o câncer de mama e, recentemente, o câncer do colo uterino também, promovendo assim, a conscientização sobre a importância de manter-se em dia com consultas, diagnósticos, entre outras formas de reduzir a mortalidade de quem é acometido por essas doenças.

É muito importante destacar que o diagnóstico precoce é o maior aliado para o tratamento do câncer de mama, uma vez que pode impedir que o tumor afete outros órgãos.

Como surgiu o movimento do Outubro Rosa?

A campanha do Outubro Rosa surgiu no final do século 20, nos Estados Unidos, quando a Fundação Susan G. Komen For the Cure (a maior entidade na luta contra o câncer de mama) realizou uma corrida em Nova York visando conscientizar o público sobre os riscos da doença. Nesse evento, os organizadores distribuíram laços cor-de-rosa aos participantes, nascendo assim, o maior símbolo deste movimento.

Na época, muitos Estados americanos tinham ações isoladas sobre a prevenção ao câncer de mama e a necessidade da mamografia; por isso, após a aprovação do Congresso, o mês de outubro se tornou o mês nacional americano sobre a prevenção ao câncer de mama. Futuramente, a campanha consolidou-se como universal.

O Câncer de Mama no Brasil

Em 2015, foi registrada uma taxa de 13,68 óbitos/100 mil mulheres por conta de câncer de mama, sendo a primeira causa de morte por câncer em mulheres brasileiras. As regiões Sul e Sudeste foram as que registram as maiores taxas de mortalidade, com 15,26 e 14,56 óbitos/100 mil mulheres, respectivamente.

Destacamos que a incidência da doença é maior em mulheres a partir dos 40 anos. Abaixo dessa faixa etária, a manifestação do tumor é menor, assim como a sua mortalidade. A partir dos 60 anos, o risco é 10 vezes maior.

Como se prevenir do câncer de mama

Os principais fatores para reduzir a mortalidade por câncer de mama são o diagnóstico precoce e a redução de risco. De acordo com o INCA, é possível diminuir em 28% o risco de uma mulher desenvolver o câncer de mama ao adotar alguns hábitos, como:

  • Praticar exercícios físicos regularmente;
  • Alimentar-se bem;
  • Não fumar;
  • Ter o peso adequado;
  • Não consumir bebidas alcoólicas;
  • Evitar uso de hormônios sintéticos em altas doses.

O diagnóstico precoce, por outro lado, permite que as chances de cura sejam ainda maiores, chegando a 95%. Infelizmente, quanto mais tarde for confirmado o diagnóstico, mais difícil é o tratamento. Para isso, é fundamental que as mulheres conheçam bem o seu corpo, procurando um médico em qualquer alteração ou suspeita.

Concomitantemente, é importante realizar exames de mamografia periodicamente. A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda uma mamografia anual a partir dos 40 anos em mulheres assintomáticas.

Câncer de Mama: previna-se todos os dias!

O câncer de mama é um problema sério e não deve ser enfrentado somente em outubro. Para diminuirmos os índices de mortalidade, devemos lutar todos os dias! Por isso, cuide-se diariamente e esteja sempre atenta aos sinais do seu corpo.

O nosso time da Dez Emergências está unido nessa luta!

Como funciona a transferência para outro hospital?

Entenda como funciona a transferência para outro hospital

Muitos procedimentos e rotinas médicas despertam dúvidas nos pacientes e, às vezes, até mesmo nos colaboradores do centro médico. Um ótimo exemplo de situação que levanta questionamentos é a transferência para outro hospital. Esse tipo de serviço é mais comum do que você imagina, portanto, é importante conhecer todas as suas etapas para se preparar quando a necessidade surgir.

Nesse artigo, explicamos o processo de transferência inter-hospitalar e por que ele é tão importante.

Quem autoriza a transferência inter-hospitalar?

A transferência externa será realizada mediante desejo do próprio paciente ou seus familiares. Contudo, somente pode ser feita após liberação médica e contato com o hospital destino. Dessa forma, a família da pessoa se responsabiliza pela reserva no outro centro médico, assim como pelo transporte – com ou sem autorização do convênio de saúde.

No entanto, é possível que a transferência seja organizada pelo hospital em que o paciente está internado. Esse tipo de caso ocorre quando a clínica não oferece um atendimento/procedimento específico que é fundamental para a recuperação do enfermo.

O procedimento da transferência é registrado em prontuário, mencionando a concordância dos familiares e a ciência dos mesmos sobre riscos, quando for o caso.

Como funcionam as etapas de transferência para outro hospital?

Assim que verificada a necessidade de transferência para outro hospital, o plantonista deve entrar em contato telefônico com a clínica receptora, iniciando os trâmites legais. As etapas e exigências deste procedimentos são:

  • Solicitar ao Setor de Transporte o veículo de remoção;
  • A remoção do paciente precisa ser acompanhada pelo médico;
  • A remoção pode ser de dois tipos: remoção temporária, para realizar uma necessidade pontual do paciente e, assim que concluída, ele retorna ao hospital em que estava internado; ou a remoção definitiva; quando o recurso clínico necessário para o tratamento não está disponível no primeiro hospital, nesse caso, ele é removido definitivamente para uma outra clínica;
  • Toda transferência será registrada no Livro de Ocorrências do Plantão Geral.

Veículo para transferência para outro hospital

A principal opção para esse tipo de serviço é a ambulância para remoção. Ela pode ser usada para pacientes de baixa, média e alta complexidade. Os nossos veículos são equipados em conformidade com o que determina a Portaria 2048 do Ministério da Saúde. Sendo assim, asseguramos que os pacientes serão transferidos com conforto e segurança para realizarem os tratamentos necessários.

Se precisar de ajuda, chame a Dez!

Como destacamos acima, somos uma empresa especializada em locação de ambulância para remoção inter-hospitalar para casos de diferentes gravidades. Além disso, temos uma equipe altamente treinada e bem capacitada, sempre preparada para oferecer o atendimento que você e sua família merece!

Quais são os primeiros socorros para desmaio?

Primeiros socorros para desmaio: como funcionam

Durante a nossa rotina, podemos ser acometidos por fatalidades que exigem uma reação rápida de pessoas ao nosso redor. Um exemplo clássico desse tipo de inconveniência é o desmaio. Por ser uma situação repentina, muitas vezes é essencial que alguém próximo à vítima inicie os devidos cuidados para iniciar o tratamento. Para ajudar nessa missão, nesse artigo, explicamos as melhores práticas de primeiros socorros para desmaio.

O que provoca o desmaio?

O desmaio, também conhecido como síncope, é definido como a perda temporário dos sentidos. Normalmente, é resultado da diminuição do fluxo sanguíneo no cérebro, e pode ser desencadeado por diferentes problemas de saúde, desde os mais simples (como jejum prolongado), até os mais complexos (como problemas cardiovasculares).

Os primeiros sintomas do desmaio envolvem súbita fraqueza, tontura e vertigem. Quando falamos de síncopes provocadas por problemas mais graves, os sinais envolvem dor no peito e falta de ar.

Quais são os primeiros socorros para desmaio?

O primeiro passo diante dessa situação é verificar se a pessoa está respirando e se tem pulso. Caso ela não esteja, chame uma ambulância particular imediatamente. No entanto, se ela apresentar pulsação e respiração, siga esses passos:

  • Deite a pessoa no chão, de barriga para cima, e eleve as pernas dela em relação ao corpo e a cabeça;
  • Coloque a cabeça da vítima de lado, para assim, facilitar a respiração e evitar asfixia devido ao risco de vômito;
  • Afrouxe as roupas e abra os botões/zíperes para facilitar a respiração da pessoa;
  • Comunique-se com as pessoas, mesmo que ela não responda;
  • Cheque se há possíveis lesões causadas pela queda e, em caso de sangramento, faça o máximo possível para estancar a hemorragia;
  • Assim que a vítima recobrar a consciência, coloque açúcar diretamente em sua boca.

É muito importante também que você fique com a vítima até a ambulância chegar, para assim, evitar aglomeração de pessoas que podem comprometer a respiração do acidentado.

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Emergência

Urgência e emergência: Como diferenciar os casos

O atendimento médico pode ser dividido em urgência ou emergência, e depende do tipo de gravidade da patologia ao qual o paciente apresenta. Vamos entender o que são essas definições e como fazer a diferenciação correta.

O que é urgência e emergência

A definição de urgência e emergência do CFM (Conselho Federal de Medicina), segundo a resolução 1451/95, é que:

  • A emergência é toda constatação médica que impliquem em risco iminente de vida ao paciente ou que cause sofrimento intenso, o que exige um tratamento imediato;
  • A urgência é toda a ocorrência à saúde do paciente que possua ou não possua risco de vida ao paciente, e que a pessoa necessite de atendimento médico imediato.

Diante dos conceitos apresentados, a pergunta que pode ainda ficar é: qual é o mais grave, urgência ou emergência? Como vimos, a emergência é para os casos em que o risco de morte é iminente e exige um atendimento pronto para eliminar este risco, ou minimizá-lo.

Na urgência e emergência em enfermagem, a prioridade fica com os casos em que a vida corre risco. Por isso, precisa ter agilidade para fazer a recepção do paciente e aplicar a medicação prescrita pelo médico com o intuito de reduzir a possibilidade de morte do paciente.

Tipos de urgência

Como possuem situações que exigem atendimento imediato, mas sem implicar em risco de vida ao paciente, a urgência pode ser dividida em tipos, para que haja um atendimento específico e, a depender da gravidade, tenha prioridade na hora do resgate. De acordo com o Ministério da Saúde, são estes:

  • Unidades de saúde;
  • Hospitais.

Como proceder em casos de urgência e emergência

O importante nestes tipos de casos é saber identificar quando o caso demanda uma atenção imediata e o tamanho do risco de morte que o paciente possa sofrer naquele momento.

A recomendação é ter uma empresa especializada em atendimento pré-hospitalar, com profissionais dedicados e treinados a fazer todas as manobras de vida no paciente com a melhor infraestrutura do mercado.

Só a Dez Emergências realiza o atendimento médico emergencial com profissionais qualificados em atendimento pré-hospitalar e possui ambulâncias bem equipadas para lhe atender com rapidez e todo cuidado necessário. Entre em contato e solicite um orçamento para sua empresa e garanta a vida de seus funcionários com a Dez Emergências.

 

Queimadura: Primeiros Socorros

Queimadura: Como agir e primeiros socorros

Em nossas atividades diárias, seja no âmbito residencial ou comercial, podemos estar sujeitos a acidentes que podem causar queimaduras na pele de um funcionário ou de um parente.

Na afobação e na confiança de que ajudará a pessoa, podemos causar uma complicação e aumentar a dano na região afetada caso seja praticada ações incorretas para tratar a região.

Por isso, deve ser feito no primeiro atendimento os procedimentos necessários para tratamento e prevenir uma piora na situação, a qual pode causar complicações futuras.

Vamos conhecer os tipos existentes e quais os sintomas presentes em cada um deles.

Tipos de queimadura

Para cada queimadura, há um tipo que dependerá de como a pele foi atingida e o tamanho do dano causado. Os tipos existentes são:

  • Tipo 1: É a queimadura superficial, na epiderme da pele, e os sintomas mais comuns é dor e vermelhidão intensa, mas sem produção das bolhas. Desaparecem entre 3 a 6 dias;
  • Tipo 2: Divide-se em superficial e profundo. No primeiro caso, ela atinge a epiderme e a parte superficial da derme da pessoa. Além da vermelhidão e da dor, aparecem as bolhas que secam em até 3 semanas, com cicatrizes. No tipo profundo, toda a derme é atingida, e a depender da extensão, pode causar queda de pelos e pele seca, demorando mais de três semanas para cicatrizar;
  • Tipo 3: Atinge toda a derme e os tecidos, destruindo nervos e atingindo até músculos e estruturas ósseas do corpo. São lesões indolores e que deformam a pele, sendo necessário atendimento cirúrgico.

Ao saber de qual tipo é a queimadura, o socorrista poderá fazer o primeiro atendimento, que é cortar o contato da pessoa com o agende que esteja causando a queimadura.

Não é recomendado que a pessoa que esteja com um região machucada aplique um medicamento sem antes conversar com o socorrista ou o médico de plantão. O uso incorreto pode provocar aumentar o tamanho da lesão e causar consequências mais graves.

Para o casos mais leves, o local é lavado com água corrente na temperatura ambiente para que a área seja resfriada. No caso das queimaduras de segundo grau, aquelas nas quais aparecem as bolhas, e nas terceiro grau, as mais graves, o socorrista faz o atendimento inicial até encaminhar o caso para a unidade de saúde mais próxima.

Treinamento para tratamento de queimaduras

É importante ter ao lado na hora da queimadura primeiros socorros específicos com pessoas treinadas, capazes de identificar o tipo e fazer o procedimento correto.

Saiba identificar o tipo de queimadura com o curso de primeiros socorros da Dez Emergências. Nossos profissionais são treinados e registrados nos Conselhos de Classe, o que confere a segurança necessária para você. Entre em contato e faça já o seu curso de primeiros socorros para queimadura.

Ambulância para eventos

Como solicitar ambulância para eventos

Sempre há algum evento sendo organizado por empresas, igrejas, escolas, estabelecimentos comerciais, entre outros. Mas existem critérios ao organizar um evento, um deles é a necessidade de uma ambulância para eventos. Vamos explicar como funciona este processo.

Legislação sobre Ambulância em eventos

A obrigatoriedade da presença de ambulância em eventos é determinada pela Portaria 1139, de 2013, no qual o Ministério da Saúde regulamenta os critérios necessários para o uso em eventos e como devem ser feitos os procedimentos de primeiro socorro e atendimento de urgência.

Além da portaria do Ministério da Saúde, a resolução do Conselho Federal de Medicina 2012, do ano de 2013, obriga a necessidade de uma equipe médica em eventos.

Como planejar a presença de ambulância em eventos

A presença de ambulância particular deve ser planejada dentro do escopo do evento a ser realizada, considerando os riscos físicos, biológicos e a natureza do evento.

Devem constar no planejamento da solicitação:

  • As características do evento;
  • Avaliação de riscos;
  • Definição dos responsáveis;
  • Planejamento em situações de urgência e emergência;
  • Monitoramento de riscos durante o evento.

Vimos que o evento só pode acontecer se houver um serviço de aluguel de ambulância de acordo com a quantidade de pessoas que participarão da mesma.

Liberação de eventos

Para que o evento privado seja liberado pelos bombeiros, o órgão que faz a vistoria de segurança e a liberação final, é necessário que conste na documentação uma carta para solicitar ambulância a uma empresa que faça o aluguel da mesma.

Em eventos públicos, deve ser protocolado um ofício de ambulância para o evento, discriminando a ação, o que será feito e a expectativa de pessoas que participarão da mesma.

Não importa o tamanho do evento e se é privado ou público, é importante que se tenha um equipamento de saúde para garantir a segurança de todos. Por isso, contrate uma empresa especializada em aluguel de ambulância para eventos.

Aluguel de ambulância é com a Dez Emergências

Precisa solicitar ambulância para eventos? Conte com a Dez Emergências. Temos experiência em aluguel para todos os tipos de eventos, inclusive esportivos.

Em todos eles, temos profissionais treinados e especializados para todas as situações, prezando pela excelência no atendimento e o deslocamento rápido para a unidade de saúde.

Conte com os nossos serviços para fazer seu evento com segurança. Entre em contato e faça o orçamento de aluguel de ambulância com a Dez Emergências.

Convulsão

Convulsão: O que é, causas e como agir

A convulsão faz parte da rotina de muitas pessoas e afeta milhares delas em todo o Brasil. É uma situação que acontece quando menos se espera e se não for diagnosticada e tratada, pode resultar em morte.

Por isso, é fundamental que as pessoas saibam como lidar com uma situação como essas e como proceder para manter a saúde do colega de trabalho e salvar a vida em crises de convulsão.

Neste artigo, vamos entender tudo sobre o que pode ocasionar a convulsão e o que fazer nestes casos.

O que causa convulsão

A convulsão é uma contratura muscular involuntária do corpo, seja em partes ou no todo, causado por uma atividade elétrica anormal do cérebro em áreas específicas.

Eles podem ser parciais, quando apenas uma parte do cérebro recebe uma descarga de impulsos elétricos totalmente desorganizados, ou generalizados, quando atinge todo o cérebro.

Como agir quando a pessoa tem convulsão

A pessoa com convulsão apresenta contrações involuntárias que faz com que a pessoa fique se debatendo continuamente, causando um enrijecimento muscular e um olhar fixo, como se estivesse paralisado.

A convulsão não costuma avisar quando acontece. Pode ser a qualquer momento, especialmente no horário de trabalho e de repente causa apreensão e medo entre as pessoas.

Mas, o que podemos fazer nesta situação?

Em primeiro lugar, as pessoas precisam manter a calma. Uma ação incorreta pode incorrer lesões para a própria vítima ou para quem está a socorrendo. Dentro das empresas, é necessário que exista um corpo de socorristas para este tipo de situação.

As recomendações são estas:

  • Deite a pessoa de lado para evitar o sufocamento com a saliva ou com o vômito;
  • Afastar qualquer objeto que possa machucar a vítima;
  • Faça uma proteção para a cabeça da pessoa convulsionada;
  • Nunca forçar a abertura da boca da vítima, com risco de acidentes graves ao socorrista.

Como parar a convulsão

A convulsão é uma crise causada pela descarga dos impulsos elétricos no cérebro, como mencionado anteriormente. Quando diagnosticada pelo médico pelos sintomas mais comuns, a pessoa tem um tratamento específico para diminuir as crises. Enquanto isso, o paciente deve informar ao corpo médico da empresa e aos socorristas a patologia.

A convulsão deve ter uma atenção especial dos socorristas, para proteger a vida do paciente e de quem está ao seu redor, nos casos de crises convulsivas. Por isso, é importante que as pessoas saibam os conceitos de suporte básico de vida.

A Dez Emergências oferece o melhor curso de suporte básico de vida, com tudo que precisa saber para salvar vidas. Com profissionais qualificados e experientes na área, saiba todos os procedimentos para ajudar quem tem convulsão a garantir a vida do paciente e na conscientização dos colegas de trabalho.

Entre em contato com a Dez Emergências e ajude a salvar vidas com o curso de suporte básico de vida.

Reprodução: freepik

Família

Veja a Importância dos Primeiros Socorros em Crianças

Os primeiros socorros são medidas tomadas imediatamente — ou logo após uma pessoa apresentar sintomas que a indiquem estar passando por algum risco de morte. Nos adultos, essa condição é detectada de maneira mais simples. Porém, nas crianças, o atendimento deve ser realizado de maneira diferente. Neste artigo, selecionamos algumas orientações que podem ajudar. Veja!

Primeiros socorros — entenda a diferença

O corpo passa por diversas mudanças no decorrer da vida. Por esse motivo, os atendimentos de primeiros socorros em crianças e bebês devem ser feitos de maneira diferente — levando em conta as questões fisiológicas.

Nesse período, as crianças costumam estar em fase de exploração, por consequência, torna-se mais difícil controlá-las em todos os momentos. Portanto, isso resulta na ocorrência de pequenos acidentes, que precisam de cuidados imediatos.

A Lei que garante o atendimento

No dia 4 de Outubro de 2018, foi sancionada a Lei Lucas — de N° 13.722 — no qual torna indispensável a presença de professores e funcionários de escolas públicas ou privadas, para o treinamento que é prestado no curso de primeiros socorros.

O curso é prestado anualmente, com o propósito de capacitar e reciclar todos os profissionais que lidam com crianças em sua rotina. Também tem como obrigatoriedade, o fornecimento do conteúdo adequado a cada faixa etária que é atendida na escola — por consequência, tornando a capacitação completa.

Dez Emergências — parceria com a Lei Lucas

Nosso trabalho com o aluguel de ambulâncias, além do suporte imediato no período de 24 horas por dia, têm sido primordial para o atendimento emergencial nas escolas. Veja mais detalhes:

1. Ambulância Particular na Escola

Nosso serviço de ambulância particular é essencial para o atendimento emergencial nas escolas, pois temos a vantagem de oferecer o suporte imediato, ativo 24 horas por dia.

2. Área Protegida Por Ambulância Particular

Oferecemos suporte com atendimento de urgência e emergência, em uma região delimitada integrada por sua escola — com a garantia de profissionais altamente capacitados com suporte pré-hospitalar.

3. Curso de Primeiros Socorros Para Professores

Nossos cursos e treinamentos foram preparados para diferentes perfis profissionais. São conteúdos completos para a capacitação básica de primeiros socorros.

Se precisar de ajuda, chame a Dez Emergências

A Dez Emergências é uma empresa especializada em locação de ambulâncias para remoção inter-hospitalar de pacientes de baixa, média e alta complexidade. Trabalhando com profissionais altamente capacitados, estamos preparados para lhe atender!

Diabetes Tipo 1 e 2 — Quais as Diferenças?

Diabetes Tipo 1 e 2 — Quais as Diferenças?

As Diabetes tipo 1 e 2 afetam cerca de 16 milhões de pessoas só no Brasil, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Em ritmo acelerado, o número de casos das Diabetes tipo 1 e 2 tem crescido cada vez mais. Saiba como diferenciar as características de cada uma!

O que são as Diabetes tipo 1 e 2

Para quem ainda tem dúvida sobre o surgimento da diabetes, saiba que ela desenvolve-se quando o organismo não consegue controlar a quantidade de glicose (açúcar) no sangue. Isso pode ocorrer se o corpo não produzir quantidades suficientes de insulina.

Há dois tipos de diabetes que podem se desenvolver. Na diabetes tipo 1, o corpo não produz insulina o suficiente. Na diabetes tipo 2, o organismo não produz insulina o suficiente, ou não consegue utilizá-la de maneira apropriada. Neste último tipo de diabetes, a causa geralmente está ligada ao excesso de peso.

Veja a seguir mais detalhes sobre os dois tipos de diabetes:

Diabetes tipo 1

A Diabetes Mellitus tipo 1 é uma doença autoimune que pode ser diagnosticada em todas as fases da vida, mas essa identificação costuma acontecer na infância ou adolescência.

Ela consiste na deficiência das células beta-pancreáticas, responsáveis pela produção reduzida do hormônio chamado insulina. A causa da Diabetes tipo 1 é uma combinação de genética, com fatores ambientais e sua prevenção está ligada a manutenção de uma vida saudável e ativa.

O tratamento da Diabetes tipo 1 é feito com reposição de insulina, além de medicamentos e mudanças no estilo de vida com alimentação balanceada para o quadro e atividades físicas.

Tudo isso auxilia no controle do nível de glicose no sangue. Estar atento aos sintomas é uma das melhores maneiras de diagnosticar a doença cedo — e tratá-la da melhor forma. Veja os sintomas mais comuns:

  • Urinar mais que o normal;
  • Fome e sede constantes;
  • Perda de peso;
  • Fraqueza e fadiga;
  • Nervosismo e mudanças de humor;
  • Náusea e vômito;
  • Complicação com glicemia ou hiperglicemia.

Portanto, é importante ressaltar que, numa complicação com glicemia ou hiperglicemia, a melhor medida é chamar uma ambulância. E lembre-se: se houver uma crise hipoglicêmica acompanhada de convulsões ou desmaios, não injete insulina no corpo. E também evite a ingestão de comida ou bebida pela boca — isso pode obstruir as vias aéreas.

O aconselhável é passar um pouco de açúcar na gengiva da pessoa. Faça isso com a cabeça da pessoa virada de lado, protegendo com cuidado. Lembrando que, esses são os primeiros cuidados — enquanto a ambulância da Dez Emergências é acionada.

Diabetes tipo 2

A Diabetes tipo 2 também está relacionada à deficiência na produção de insulina, mas neste caso, a causa não é hereditária, e a crônica está relacionada com a obesidade. Neste tipo de doença, a causa está na resistência à insulina, ou a não produção em quantidades adequadas.

Seu controle e tratamentos estão diretamente ligados aos hábitos, sendo necessária a mudança na alimentação e a prática de atividades físicas. O uso de insulina e de medicamentos também é recomendada sob supervisão médica para Diabetes tipo 1 e 2. Apesar de — em alguns casos — a Diabetes tipo 2 ser assintomática por anos, os sintomas da Diabetes tipo 2 são:

  • Infecções frequentes;
  • Demora na cicatrização;
  • Visão embaçada;
  • Formigamentos nos pés;
  • Fome e sede constantes;
  • Vontade frequente de urinar.

Além dos sintomas, existem alguns fatores de riscos da Diabetes tipo 2. São eles: a idade acima de 45 anos; obesidade; sobrepeso; sedentarismo; hipertensão; baixos níveis de colesterol HDL e Triglicerídeos elevados; histórico familiar; pré-Diabetes; Diabetes gestacional anterior e consumo elevado de álcool.

Ficou com alguma dúvida? Se precisar de ajuda, chame a Dez Emergências!

Atendimento Pré Hospitalar

Atendimento Pré-Hospitalar: Qual a Importância?

O atendimento pré-hospitalar bem executado é parte fundamental de um socorro de sucesso. Também chamado pela sigla APH, o atendimento pré-hospitalar é o socorro rápido e eficiente no local da ocorrência, que pode ser sucedido, ou não, pela remoção do paciente para o hospital. O atendimento APH é um serviço médico assistencial de urgência e emergência disponível 24 horas por dia e feito por uma equipe médica capacitada. Agora que você já sabe o que é atendimento pré-hospitalar, vamos entrar em detalhes sobre esse importante serviço.

Como funciona o atendimento pré-hospitalar

O atendimento pré-hospitalar consiste na ida de uma equipe médica capacitada até o local em que a vítima se encontra. Esse deslocamento é feito mediante ligação para a Central de Atendimento. Após uma eficiente triagem, é definido o tipo adequado de ambulância e os profissionais mais capacitados para o caso em questão. Também são realizadas orientações para a pessoa que entrou em contato acompanhar a condição do paciente. A Dez Emergências faz constantes investimentos em equipamentos e aperfeiçoamento profissional para cumprir os mais rigorosos protocolos de saúde, oferecer o melhor atendimento, se manter como referência em APH e salvar vidas.

Qualidade e eficiência

O serviço pré-hospitalar salva vidas e previne o agravamento no quadro de saúde das vítimas de diversas ocorrências, como traumas e mal súbito. O atendimento de primeiros socorros do APH exige alto nível técnico e humanização dos procedimentos. Adquiridos no curso de APH, essa junção de habilidades faz com que a vítima seja amparada e se sinta segura e calma, colaborando para o atendimento e resultados mais positivos. A Dez Emergências desenvolve e ministra aulas de APH para atendimento inicial ao trauma, ao mal subido e outras ocorrências. O curso de APH básico pode ser realizado por socorristas, bombeiros civis e militares, técnicos e auxiliares de enfermagem, enfermeiros e brigadistas. Ele consiste em aulas teóricas e práticas para formar profissionais capacitados.

Urgência e emergência

O atendimento pré-hospitalar trata de tipos variados de ocorrências e saber a diferença entre urgência e emergência segundo o Ministério da Saúde é muito importante para realizar o atendimento adequado. De acordo com a Lei nº 9.656/98m, que regulamenta os planos de saúde, emergência são casos em que existe o risco imediato de morte ou de consequências irreparáveis ao paciente, como um infarto, por exemplo. Já os casos considerados urgências são traumas como quedas, fraturas e outros acidentes em que não existe risco de vida, mas que também precisam de atendimento imediato. Tanto o atendimento pré-hospitalar ao traumatizado, quanto aos casos de emergências devem ser feitos por profissionais capacitados.

O atendimento pré-hospitalar pode ser um atendimento conclusivo, a ser finalizado sem a necessidade de remoção para um hospital, ou os primeiros socorros para a preparação e estabilização do paciente. O APH pode envolver protocolos de reanimação cardiorrespiratória, técnicas de suporte básico ou avançado, cadeia de sobrevivência, curativos e o acompanhamento humanizado do paciente. Saiba mais sobre o serviço que é referência e já salvou muitas vidas.