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Mulher deitada em maca de internação hospitalar

Internação hospitalar: dúvidas frequentes sobre esse tipo de atendimento

Quando se fala em cirurgia, partos, acidentes, problemas de saúde mais graves ou até mesmo transtornos que representem risco à vida, a internação hospitalar pode ser exigida. No entanto, muitas pessoas tem dúvidas de como ela funciona, quais são os tipos e exigências para ser internado. Além disso, a diferença de internação e observação também costuma ser confundida. Por isso, nesse artigo vamos esclarecer todas as dúvidas sobre a internação hospitalar. Continue lendo!

O que é considerado internação hospitalar?

Podemos descrever a internação hospitalar como todo o atendimento que exige que o paciente permaneça em acomodação por pelo menos 24 horas. Esse procedimento pode ser um tanto complexo e delicado, especialmente porque o paciente pode se sentir “trancado” ou muitas vezes “deixado” no hospital ou clínica.

Porém, a realidade é que, com a internação, é mais fácil e eficiente diagnosticar problemas, acompanhar as condições do paciente, evitar riscos e tratar da saúde com tranquilidade e segurança.

O seu objetivo é justamente restaurar ou melhorar a saúde para que o paciente possa retornar para casa bem.

Quais os tipos de internação hospitalar?

Existem três tipos principais de internações: as voluntárias, as involuntárias e as compulsórias. Abaixo, descreveremos cada uma delas:

  • Voluntárias: é quando a própria pessoa solicita ou consente com sua internação, devendo assinar o termo de que autorizou o tratamento. 
  • Involuntárias: ocorre a pedido de terceiros, como família ou responsável legal, sem consentimento do paciente. A solicitação deve ser feita por escrito e assinada pelo médico responsável. 
  • Compulsórias: são aquelas determinadas por ordem judicial, depois de um pedido formal feito por um médico, atestando a falta de condição física e psicológica do paciente. 

Exigências para a internação

Vale lembrar também que, dependendo do convênio, é necessário atender algumas exigências para poder realizar a internação. Em todos os casos, é essencial sempre carregar um documento com foto para identificação, assim como uma lista dos remédios que está tomando, as alergias e outras informações que sejam importantes no atendimento pré hospitalar

Tanto para internações públicas, de convênio ou particulares é essencial também repassar todas as informações pessoais como endereço, data de nascimento e algum contato de emergência com telefone para ser acionado.

É essencial ainda que, no caso de convênios, você tenha certeza de que seu plano cobre a internação para não ter sustos depois com a conta. Fique sabendo também que o tipo de acomodação fica por conta da empresa seguradora.

Qual a diferença entre observação e internação?

Como dissemos anteriormente, a internação se trata justamente de pacientes que devem ocupar um leito por um período igual ou maior a 24 horas. 

A diferença entre observação e internação hospitalar está justamente nisso, tendo em vista que a observação permite a supervisão médica e/ou de enfermagem por período inferior a 24 horas. 

Além disso, os leitos de internação geralmente oferecem maior conforto e privacidade ao paciente, diferente dos de observação, que são mais dinâmicos.


O que achou do nosso artigo sobre internação hospitalar? Compartilhe porque essa informação é muito valiosa! Lembre-se que essa é uma ótima forma de estar preparado para complicações e cuidar de quem você ama. E se precisar de atendimento, conte com os planos da Dez Emergências e venha fazer parte dessa parceria que salva vidas.

Nos encontramos no próximo artigo!

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