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Transporte de Paciente com Covid-19

Transporte de Paciente com Covid-19 – Como realizar de maneira segura

Conforme o número de pacientes hospitalizados aumenta, é necessário desenvolver orientações para que a prática de transporte do atendimento pré-hospitalar seja realizada com segurança, evitando a contaminação do ambiente, dos profissionais da saúde e de outras pessoas que estejam no local. Portanto, é de suma importância saber realizar o transporte de paciente com Covid-19.

Quer saber mais? Continue a leitura.

Transporte de paciente com covid-19: a importância do isolamento

Na situação atual do Coronavírus, ficar em casa não é apenas uma mudança segura, mas também uma espécie de cuidado para você e para as pessoas ao seu redor. É por isso que a prática do isolamento social se tornou tão importante neste momento. Essa medida tem sido uma das principais recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Governo do Estado de São Paulo na prevenção da disseminação do vírus.

Segundo a OMS, esse isolamento refere-se tanto para pessoas diagnosticadas com a Covid-19 e que devem ficar isoladas por 14 dias, quanto para os cidadãos que se isolam voluntariamente.

Além disso, segundo a Secretária da Saúde, as ambulâncias que realizam o transporte dos pacientes entre uma unidade e outra, agora também são equipadas com proteções que permitem o isolamento do paciente, garantindo menos risco de contágio aos profissionais, acompanhantes e demais usuários que não estejam com o vírus.

Confira os 5 passos para fazer um transporte seguro:

1. Checagem do pré-transporte:

Confirme se o local de destino está apto a receber e iniciar imediatamente as tarefas programadas, por exemplo: Tomografia e Diálise. Lembre-se de estabelecer contato com a equipe para informar a situação clínica do paciente que será transportado.

2. Equipe:

Designação de, pelo menos, dois profissionais treinados, médico e/ou enfermeiro, para acompanhar o procedimento de transferência temporária ou definitiva.

3. Registro das condições iniciais do paciente:

Velocidade de infusão das bombas infusoras, modo e parâmetros ventilatórios, posição no leito.

4. O Transporte:

  • É importante planejar para que seja feito no menor tempo possível;
  • Cuidado especial na transferência para maca de transporte. Cheque se o paciente não está com contenções nos membros (evitar trações);
  • Configure o ventilador de transporte com parâmetros compatíveis com o modo ventilatório prévio. Se necessário, elevar a fração inspirada de oxigênio;
  • Cuidado com os: deslocamento da cânula endotraqueal, perda do suprimento de oxigênio, mau funcionamento do equipamento por falta de energia, bateria descarregada ou danificação do aparelho, perda de cateter endovenoso ou sonda por tração.

5.Registro médico:

Anote no prontuário o procedimento realizado, incluindo o motivo da transferência, tempo de transporte, as alterações fisiológicas e eventuais intercorrências.

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Fique em casa.

Até o próximo artigo! 🙂

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