A importância de um sistema de emergência médica para empresas Skip to main content

 

Você sabia que, em média, 95% das emergências ocorrem distantes do ambiente hospitalar, e o tempo do início do socorro é decisivo para a vida do paciente? Por isso, em empresas, que são locais de trabalho, é muito importante implementar um sistema de emergência médica. 

Seja para clientes, colaboradores, fornecedores e/ou terceiros, o sistema de emergência médica em uma empresa é essencial para manter a segurança e saúde de todos, sem precisar se deslocar para chegar a um hospital. 

É fato que, apesar de todos os cuidados e precauções, uma emergência acontecer é algo inevitável e ninguém escapa disso. Assim, o sistema de emergência médica funciona como uma prevenção a qualquer tipo de acontecimento urgente que envolve saúde e vida das pessoas do local. 

Continue a leitura e entenda o que é o sistema integrado de emergência médica, para que serve, quando se deve acionar e sua importância para as empresas!

                       Pesquisando por “contratação equipe médica” para sua empresa? Conte com a Dez Emergências!

O que são os sistemas de emergência médica?

O sistema de emergência médica ou Emergency Medical Services (EMS), como é chamado nos EUA, representa a ampliação do atendimento médico de emergência para o ambiente pré-hospitalar.

Esses sistemas têm origem nos desenvolvimentos legislativos e clínicos das décadas de 1960 e 1970. Eles foram criados paralelamente à criação dos primeiros serviços hospitalares de emergência ocorridos em 1961, nos EUA, em Pontiac Michigan, e Alexandria, na Virgínia. 

O Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM) configura um conjunto de meios e ações extra-hospitalares, hospitalares e inter-hospitalares. Esse sistema pode intervir em situações relacionadas à saúde e risco de vida em uma sociedade. 

Nos dias atuais, muitas empresas já adotaram o sistema de emergência médica. O serviço emergencial e atendimento de urgência deve ser oferecido com estrutura completa para uma assistência rápida, prática e eficaz, com profissionais capacitados e veículos adaptados, garantindo a proteção médica das pessoas que frequentam aquele local, sejam elas clientes, funcionários etc.

A ambulância e os sinalizadores permanecem ligados para que, assim, o deslocamento para um ambiente 100% hospitalar seja rápido, com os equipamentos apropriados e profissionais treinados. Isso faz com que os riscos de aumento de lesões ou, até mesmo, de morte diminuam consideravelmente. 

Para entendermos melhor como o sistema de emergência médica funciona, vamos a um exemplo comum: acidente de trânsito. Aqui, as funções dos profissionais da saúde seguem primeiro com a imobilização em maca rígida, depois o estabilizador, colar cervical e talas, controle de hemorragias e hidratação (uso do soro) no paciente caso seja necessário. Isso diminui em 90% ou mais o risco de morte e lesão do acidentado.

Para que servem?

O sistema de emergência médica serve para salvar vidas, diminuir riscos de sequelas e transportar o paciente com segurança completa até o local hospitalar para tratamento definitivo quando necessário. 

Hoje em dia, existem leis que obrigam ter ambulância em estádio de futebol, eventos de médio e grande porte e outros locais, mas a fiscalização desse sistema de emergência médica nem sempre é eficaz, deixando passar equipamentos inapropriados para um bom atendimento às pessoas. 

Mas atenção: o sistema de emergência médica em uma empresa é mais do que apenas o espaço físico do ambulatório ou enfermaria interna. Ele é composto por uma equipe de profissionais de saúde ocupacional, que ficam dentro das empresas, promovendo a saúde e protegendo a integridade física dos funcionários. 

É interessante entender também a diferença entre os dois conceitos utilizados nessas situações: emergência e urgência. A emergência configura risco imediato de morte iminente ou sequelas graves. Exemplos: parada cardíaca, infarto agudo do miocárdio, edema agudo de pulmão, hemorragias graves, queimaduras graves, entre outras. 

Enquanto a urgência é um risco imediato de morte em curto prazo ou sequelas graves no mesmo momento. Exemplos: cólica renal, insuficiência respiratória, crises de asma, apendicite aguda e outras situações. 

Quando devo acionar?

Outro dado perceptível na sociedade é que aproximadamente 70% das mortes por trauma, afogamento, doenças cardiovasculares e cerebrais ocorrem antes da vítima chegar ao hospital. 

Por isso mesmo, é importante saber quando acionar o sistema de emergência médica. O profissional guarda-vidas ou socorrista trabalha na linha de frente diariamente e a dúvida de quando chamar o socorro médico pode surgir entre as pessoas, já que, muitas vezes, não conseguem dizer se é algo realmente grave ou não. 

Confira como é o procedimento de algumas situações nas quais é necessário recorrer ao sistema de emergência médica: 

Para liberar a vítima sem maiores preocupações e recomendações: pessoa sem sintomas, doenças ou traumas relacionados. Se ela está apresentando a frequência cardíaca e respiração estáveis, sem frio e totalmente acordada, em alerta e capaz de andar em ajuda. 

Para liberar a vítima com orientações de ser acompanhada ou procurar um médico de forma autônoma:

  • Acidentes/doenças que não deixam a pessoa impossibilitada de andar sozinha e que o estado atual dela não piore. Exemplos: pequeno trauma como ferimento leve causado por faca, luxação escápulo-umeral, entre outros.
  • Acidentes/doenças que realmente incapacitam a pessoa de andar por conta própria por um período de tempo, precisando ser acompanhada por um responsável que possua um veículo. Assim, a vítima é levada para a sua residência ou ambulatório médico, em busca do não agravamento do seu estado.
  • Casos graves: pacientes que, por qualquer motivo, não têm a capacidade de andar sozinho, paciente que perdeu a consciência mesmo que por um breve período, vítima que necessitou de boca a boca ou RCP, qualquer pessoa com suspeita de doença grave, tais como: infarto do miocárdio, lesão de coluna, trauma grave, falta de ar, epilepsia, lesão por animal, intoxicação por drogas, entre outros.
  • Se você ainda tem dúvidas se deve acionar o sistema de emergência médica ou não, entre em contato com o socorro médico. 

As fases desse processo, portanto, ficam da seguinte maneira:

  1. Identificação: quando alguém percebe a existência de uma situação em que o socorro é necessário, realizando ações com o foco em evitar a piora da situação;
  2. Alerta: é a fase em que se estabelece a comunicação com os meios de socorro;
  3. Pré-socorro: é quando pequenas ações podem ser feitas para amenizar qualquer complicação enquanto o socorro especializado não chega;
  4. Socorro no local do acidente: é o momento em que o tratamento feito nas vítimas é iniciado, visando melhorar seu estado ou evitar que se agrave;
  5. Cuidados durante o transporte: em casos graves, consiste em todo o transporte da pessoa necessitada até uma unidade de saúde especializada, prometendo à vítima uma continuação do tratamento adequado para a emergência.
  6. Transferência e tratamento definitivo: essa fase final de tratamento definitivo quer dizer o tratamento da vítima no ambiente hospitalar adequado.

Qual a importância deles nas empresas?

Sabemos que, infelizmente, ninguém escapa de acidentes. No local de trabalho é possível acontecer inúmeras situações relacionadas à segurança e saúde dos colaboradores, clientes e outras pessoas envolvidas.

Como o ambiente de trabalho é um local em que a maioria das pessoas passa grande parte do tempo, é interessante implementar o sistema de emergência médica, a fim de prevenir complicações. 

É fato que toda empresa tem o dever de zelar pela saúde física e psicológica de seus colaboradores, oferecendo a oportunidade da realização de exames antes de iniciar na vaga, no caso de demissão ou em casos de término de contrato, segundo a Norma Reguladora Nº7. 

Além disso, é importante que a organização esteja de acordo e se coloque disponível para participar de outros programas e processos que têm o objetivo de melhorar as condições do ambiente de trabalho. Alguns desses programas e processos são: o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT). 

O sistema de emergência médica vai oferecer viaturas de atendimento rapidamente e, com isso, é possível atender quem precisa com mais prática e facilidade. Além disso, nos dias de hoje, as empresas têm altos índices de atestados médicos.

Com um sistema de emergência médica integrado, os exames e todos os procedimentos direcionados aos colaboradores podem ser feitos no próprio ambiente da organização, facilitando toda a burocracia. 

Assim, os funcionários podem ser atendidos de maneira imediata, o que, consequentemente, implica no retorno imediato desse colaborador às suas atividades, caso não haja nenhuma complicação com o atestado e a necessidade de remoção para rede hospitalar. 

O sistema de emergência médica está disponível para todo tipo de empresa. Após implementá-lo no local, em caso de ocorrência, a equipe irá atender qualquer pessoa que esteja na área do estabelecimento, independentemente do tamanho do local.

Desse modo, podemos concluir que o sistema de emergência médica nas empresas pode auxiliar não apenas na prestação do serviço de saúde ocupacional, mas também na valorização dos funcionários. 

Oferecendo segurança, oportunidades e apoio aos colaboradores, você terá um time profissional muito mais saudável, física e psicologicamente, que, como consequência, irá produzir mais e aprimorar seu trabalho. 

Gostou do nosso conteúdo sobre sistema de emergência médica em empresas? Conheça a Dez Emergências, empresa especializada na remoção inter-hospitalar de emergência e urgência em pacientes de baixa, média e alta complicação. 

Deixar um comentário

WhatsApp

 
WhatsApp  
Emergência
Whatsapp